Depois de body combat chega body balance ao meu corpinho e à minha mente.
Combinação entre tai chi, pilates e yoga.
Muito bom mesmo…
Depois de body combat chega body balance ao meu corpinho e à minha mente.
Combinação entre tai chi, pilates e yoga.
Muito bom mesmo…
Quem quiser vender productos da Yves Rocher, para ganhar mais uns trocos, ou simplesmente adquiri-los para consumo próprio a um preço mais económico, entre em contacto comigo.

Tudo muda, nada é eterno….
Nova aparência no blog. Espero que gostem.

Me estar a pular de alegria ao ouvir na rádio comercial esta notícia fresquinha fresquinha fresquinha.
Green day em Portugal a 28 de Setembro de 2009
Até que enfim!
Grande prenda de anos antecipada
eu estou lá
estou tão feliz com a notícia
Passo a citar texto da Blitz:
| “Concerto é em Setembro, no Pavilhão Atlântico, Lisboa. Green Day de regresso a Portugal nove anos após a primeira visita. |
| Os Green Day actuam em Portugal este ano.O concerto está marcado para 28 de Setembro no Pavilhão Atlântico , em Lisboa.Os bilhetes custam entre 32 euros e 42 euros e são colocados à venda na próxima Sexta-feira, 1 de Maio.
A notícia foi avançada há minutos, em primeira mão, pela Rádio Comercial, a estação oficial do evento. Esta será apenas a segunda actuação dos Green Day em Portugal, depois de um concerto no Coliseu de Lisboa em Novembro de 2000. Nessa altura, Billie Joe Armstrong deixou-se impressionar pelo calor do público nacional, exclamando “We are definitely coming back!” . Só agora, nove anos mais tarde, a promessa será cumprida. Na bagagem para o nosso país os Green Day trazem um álbum novo – 21st Century Breakdown , a sair em Maio – e também as canções de um passado mais ou menos recente, onde se incluem os êxitos de American Idiot , muito bem sucedido disco cuja digresão não passou port Portugal. “ |
Te conocí un día de enero,
con la luna en mi nariz
Y como ví que eras sincero
En tus ojos me perdí
Que torpe distracción
Que dulce sensación
Y ahora que andamos por el mundo
Como Eneas y Benitin
Ya te encontre varios rasguños
Que te hicieron por ahí
Pero mi loco amor
Es tu mejor doctor
Voy a curarte el alma en duelo
Voy a dejarte como nuevo
Y todo va a pasar
Pronto verás el sol brillar
Tú más que nadie mereces ser feliz
Ya vas a ver como van sanando
Poco a poco tus heridas
Ya vas a ver como va
La misma vida a decantar la sal que sobra del mar
Y aunque hayas sido un extranjero
hasta en tu propio país
Si yo te digo ¿como dices tu?
Tu aún dices ¿que decís?
Y lloras de emoción oyendo un bandoneón
Y aunque parezcas despistado con ese caminar pausado
Conozco la razón que hace doler tu corazón
Por eso quise hacerte esta canción
Ya vas a ver como van sanando
Poco a poco tus heridas
Ya vas a ver como va
La misma vida a decantar la sal que sobra del mar
Apesar de serem a maior comunidade estrangeira em Andorra, os portugueses não se encontram bem integrados, o que pode originar «fortes tensões sociais», adverte um estudo sobre a emigração portuguesa no Principado.
As desigualdades sociais em Andorra, que afectam sobretudo os emigrantes portugueses, deixam «transparecer a existência de uma certa tensão social que em nada contribui para o bem-estar do país e para uma convivência salutar entre a população», refere o estudo a que a agência Lusa teve acesso.
A investigação, elaborada pela socióloga Magda Matias a pedido do governo andorrano, aponta para a «existência de segregação política, laboral e cultural», que cria uma «série de divisões» entre estrangeiros e andorranos.
A comunidade portuguesa naquele país «é o conjunto populacional que mais contribui para o crescimento demográfico do Principado», mas a forte representação portuguesa (14% da população total, em 2005) «não está a ser acompanhada de medidas governamentais», alerta a especialista.
A restrição no acesso dos estrangeiros ao exercício de profissões liberais e da administração pública, «independentemente das qualificações que se tenha», e o «escasso conhecimento» das especificidades linguísticas do catalão, indispensável ao exercício de algumas profissões e associado a um certo «status social de maior prestígio a quem o domina», são apontadas como barreiras sociais.
A exclusividade do voto e da representação política dada aos andorranos explicam também as divisões existentes.
Graças às conclusões da investigação, o governo andorrano já implementou algumas medidas para resolver estes problemas.
Os portugueses «já não têm de esperar 20 anos para ter uma empresa em seu nome», exemplificou Magda Matias. O estudo aponta ainda para um «fraco índice de integração no tecido social andorrano» por parte dos portugueses, assim como de participação cívica.
«À persistência de certos privilégios exclusivos dos andorranos ou naturalizados andorranos, acrescente-se portanto a escassa reivindicação social que a comunidade portuguesa tem vindo a demonstrar até à data», conclui.
O perfil sociográfico do colectivo português, traçado por Magda Matias, revela uma população oriunda sobretudo das regiões do Minho e de Trás-os-Montes, maioritariamente constituída por homens em idade activa, com baixa escolaridade e pouco qualificada.Estes emigrantes saem de Portugal «por motivos de ordem económica» à procura de melhores condições de vida, na maioria das situações «vêm com um emprego apalavrado conseguido por um familiar ou conhecido» e habitualmente residem inicialmente em casa de familiares ou amigos, sendo esta uma condição indispensável para emigrarem.
Trata-se, por isso, de uma «emigração eminentemente laboral e transitória»: a maioria, 37,9%, trabalha na construção civil (em 2002 eram mais de 50% dos trabalhadores do sector) e tenciona regressar passado uns anos a Portugal.
A fraca integração explica que só uma minoria peça a naturalização, enquanto a maioria mantém poucos vínculos com a cultura andorrana, dá preferência ao seu país como destino de férias e é encarada como um grupo de baixa estima social.
Esta investigação foi publicada em livro («A que sabe um Sumol a 2.200 metros de altitude?») em Junho deste ano, numa edição bilingue cuja distribuição em Portugal está prevista para breve.
Diário Digital / Lusa

Como muitos que me conhecem sabem tenho famíia que vive em Andorra (os meus pais e tios e prima…) e eu já lá vivi 2 anos. Entendo perfeitamente o que esta socióloga investigou e aquilo a que se refere. Andorra não é um país da união europeia e por consequência tem as suas próprias leis e valores. Note-se que até à pouco tempo não tinhamos direito a ter 2 reformas (uma de Portugal e outra de Andorra) enquanto os espanhóis e os franceses que la residiam tinham. A maioria dos portugueses trabalha em construção civil e a outra grande maioria em hotelaria e supermecados de grande superficíe. Eu considero-me uma sortuda ao poder ter exercido a função de administrativa (numa empresa) neste país, tendo antes disso passado um ano em atendimento ao público para melhor adquirir os idiomas do país. As desigualdades sociais são muito grandes e a descriminação por parte dos andorranos, em geral, é tremenda. Raramente ve-se uma pessoa de pele negra a trabalhar (por exemplo) mas a maior descriminação vem realmente através da nacionalidade de cada indivíduo na hora de trabalhar e residir no país. Os catalãs quando ouvem falar português na rua olham de lado muitas vezes, sobretudo os de mais idade. Os portugueses são vistos em Andorra como em Portugal se vê os ucraniamos ou os brasileiros… mas de certeza que sentem muito mais que eles. Toda aquela pessoa que não é andorrano e que padeça uma doença grave e/ou rara é-lhe dado, na maioria dos casos, um prazo para sair do país, prazo esse muito curto. Simplesmente quem lá vive tem que optar… eu optei ao fim de 2 anos voltar ao meu país que hoje, apesar de tudo, valoro mais depois desta experiência. Muita coisa tem que ser mudada sim… mas não só em Portugal senão no mundo inteiro, começando por mentalidades…

Esta música/letra em parte tem a ver comigo… cada vez que a oiço lá bem a lagriminha á porta… enfim…. o caminho é para a frente e Dream on Sónia hahahhah
E dia 15 de Dezembro lá estamos nós a ver a Ritinha no casino de Lisboa
Dream on girl, dream on girl
I want to see you sleep tonight
You’re up and down
You hit the ground
And time is drifting through your fears
I can’t find your dreams tonight
And make your lover come back home
If you don’t know, you are on your own
I’ll choose the best place for your sleep
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I’ll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Come on girl, a dream is your world
The signs you see are in your mind
The words that you speak, are here in my ear
So I can hear you falling down
Take a breath to see me
I can wait for you to
Live a live with no hopes but
If you still believe
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I’ll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
In this little town
cars they don’t slow down
The lonely people here
They throw lonely stares
Into their lonely hearts
I watch the traffic lights
I drift on Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But girl you’re so far away
Oh, hold still for a moment and I’ll find you
I’m so close, I’m just a small step behind you girl
And I could hold you if you just stood still
I jaywalk through this town
I drop leaves on the ground
But lonely people here
Just gaze their eyes on air
And miss the autumn roar
I roam through traffic lights
I fade through Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But man you’re so far away
Oh, I’ll hold still for a moment so you’ll find me
You’re so close, I can feel you all around me boy
I know you’re somewhere out there
I know you’re somewhere out there
Oh, hold still for a moment and I’ll find you
You’re so close, I can feel you all around me
And I could hold you if you just stood still
Oh, I’ll hold still for a moment so you’ll find me
I’m so close, I’m just a small step behind you
I know you’re somewhere out there
I know you’re somewhere out there
I know you’re somewhere out there